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domingo, 29 de agosto de 2010

Portas Fechadas...



Sem permissão para ilusão,
Decepção e leilão,
Portas Fechadas.

A chave se perdeu,
Esqueceu, escureceu.

Toc , Toc !!!
Não se pode entrar sem chave,
As fechaduras já não são mais as mesmas.



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Uns dias...


Dias de 24, noites de 48,
Rosas e espinhos,
Vinho.

Manhã de sol, frio
Tarde de chuva, quente
mistura conveniente.

Tanto quanto é,
Tanto quanto faz,
há um mês atrás.

Dia a dia, numa sintonia
transforma a dor em alegria,
Abstrai o gesto de agonia,
que liberta e extrai
da lágrima, o brilho dos olhos.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Barco dos sonhos


Um dia quente e o coração doente,
E de repente contente,
Surge uma luz reluzente,
É o Barco dos sonhos.

Navegante se encanta,
Chega perto, se apaixona.
Desbrava 70 mares.

E chega ao porto,
É hora da partida,
Navegante chora.

Ah navegante, se o porto é seguro
O barco dos sonhos retorna,
Senão marujo, se prepara pro próximo embarque.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O tabuleiro.


As peças estão na mesa,
repare não é um jogo de sorte,
cada movimento te põe em risco.

Não manipule o jogador,
Não brinque com a inteligência oculta,
Nem sempre a malandragem vence.

Diante do tabuleiro proteja seu rei,
e mova sua rainha com cautela,
pois uma jogada procede a outra.

Se você disperdiçar sua vez,
Cheque mate.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Amores indefinidos...


De perto é certo,
é maior e abstrato,
colorido.

O sorriso, o beijo
o queijo.

Formas sem moldes,
sons sem ruídos,
amores indefinidos.

Alegria de estar,
presenciar e ficar,
ao lado de quem sabe amar.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Raio de Luz


Abre os braços,
raios de luz penetram a pele,
impulso para o pulsar.

Raio de luz,
que acalma e afugenta o mau,
dissipa a dor, traz amor.

Luz do olhar, do mar e luar
Simples a esperar
O milagre chegar.

Ilumina o ser, faz crescer
Não há como perder,
Raio de luz enfim,
meu encontro em mim...

“Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol ” (Pablo Picasso)