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terça-feira, 31 de julho de 2012

Infinito...



Infinito que possui infinitas definições,
Da qual, não se mede, calcula, ou alcança.
E apenas mais uma será dita.

Infinito que cada um traz dentro de si, de formas diferentes,
porque há vários infinitos dentro de mim.

Infinito que calcula o tempo, revelando a hora certa para
cada passo, mas isso não importa, pois o momento certo é esse.

Infinito que mede o sentimento, que atrapalha as idéias, e vira o avesso.
Infinito que se inicia com um admirar de uma cena, e se prolonga por um filme.

Infinito que se tem cheiro , quando não há explicação,
Infinito que se acalma, atrapalha, chora.

Mas que não deixa de ser infinito, pois
infinito é viver intensamente,
até o finito.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Salto


É, mulher
as vezes vira menina.
E assusta, ofusca o que se é.
Menina que chora,
Mulher que implora.

Elo que se inicia,
e faz vibrar o sorriso.

Imperfeições sem afusões de sangue,
pois, nem tudo o que lhe julgam é.

E assim o peito se acalma,
Menina sorri,
E Mulher se transforma.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Agulha


É no palheiro,
no meio dos entrelaços,
lá está ela.

Agulha
que fura o dedo,
faz sangrar o coração.
É o risco que se corre,
quando se resolve procurar,
Agulha.

O achado do emaranhado.
Que forma o sou,
traduz o vazio que não
preenche.

Um ser não desejado,
Agulha ponta aguda.
Sangue, Lágrimas e
dor.